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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

A problemática do "ninguém é obrigado"

Esse é só mais um dos problemas que eu tenho com a minha consciência, super inteligente e focada na lógica das coisas. A partir do momento que não tenho compromisso com uma pessoa, essa pessoa não tem obrigação nenhuma de me dar explicações, ou de me chamar para sair, ou fazer questão de me ver no final de semana porque, sabemos, a semana é puxada e o tempo livre é reservado para a cerveja e os amigos. Da mesma forma, não é proibido chamar outras pessoas para sair, jogar charme via Instagram, puxar papo pelo Whatsapp.

Tudo lindo e nos conformes, diz a consciência. Mas é quando os olhos veem algo que não queriam que o bicho pega. Porque, mesmo inconscientemente, você espera a pessoa ligar, você faz planos sozinha para dois. Mesmo sem querer, vai lá, da um jeito de saber o que o mocinho planejou para a tarde de sábado e espera com a maior certeza da vida ser convocada para o jogo. Mas, no dia seguinte, descobre que outra jogadora marcou o gol. Fuéin!

É a vida? Você sempre soube que isso aconteceria? Lógico que sim! Mas tem alguma coisa dentro de você que insiste em se perguntar o por que de todas as coisas, de dramatizar, de perder tempo com essa ladainha que não vai mudar o que passou e não vai te ajudar a seguir em frente. E é aí que você chama o coração de lado e solta um "bitch, please!", esperando que ele se acalme e aprenda a ser mais maleável.

E mesmo cambaleante e incerta, você segue a vida. Sai com os amigos, se diverte, tira boas fotos da noite. Promete que nunca mais vai querer saber da vida alheia, ou dos casos alheios. Que se foda! A partir de agora vai seguir todos os conselhos que vive dando para as amigas. Infelizmente, esse momento de lucidez dura pouco. Logo você está se perguntando como e por quê. Faz parte. No fundo, você sabe que ninguém é obrigado. 

Via We Heart It

sexta-feira, 22 de março de 2013

.ZIP


Só hoje eu fui me dar conta: há mais de dez álbuns baixados no meu novo notebook, inclusive aquele que eu não paro de ouvir pelo Soundcloud, todos compactados.

Pode parecer preguiça, mas não é. Simplesmente não tem mais a mesma graça, o mesmo gosto, a mesma sensação excitante da espera por novas músicas.

Eu baixo os álbuns e eles ficam aqui, guardados em suas pastas, esperando que eu me dê ao trabalho.

Mas eu não me dou ao trabalho. Porque você me destruiu e me reconstruiu e, desde então, eu espero a próxima mensagem, o próximo encontro, o próximo desastre. Eu nunca espero pela próxima música.

Eu não tenho mais uma banda favorita e não acompanho o trabalho de artista algum, para dizer a verdade. Nem lembro quando foi o último show que eu pude ir ou que eu realmente quis ir.

Talvez isso esteja mudando. Talvez isso mude realmente no dia 06/04, bem longe da minha zona de conforto, no caminho conturbado entre meu novo lar temporário e uma casa de shows sobre a qual eu não me informei porque ainda é difícil acreditar no futuro que me espera.

Então passo os dias me certificando de que é melhor assim e alimentando a esperança de que, talvez, depois de um período de distancias, saudade e mais uma porção de feridas abertas, a gente se ache de novo por aí e veja que, realmente, nenhuma música, álbum, banda ou artista vai ser a mesma coisa se não estivermos juntos.

Via Instagram

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Não entendo


Eu me surpreendo cada dia mais como estou perdida nessa vida.

É sempre uma dúvida, uma incerteza.

Quero. Ficou difícil. Não quero mais. Essa é a minha realidade.

E se eu realmente largasse o que supostamente "desisto", talvez minha vida fosse até mais fácil. Mas eu insisto não pela teimosia, mas porque sei que algumas coisas merecem segundas chances e sei reconhecer um erro quando ele é meu.

O problema maior em admitir erros é que, muitas vezes, eu acabo inventando-os para justificar algo que não está dando certo. Fico lá pensando, me culpando, achando que poderia ter sido melhor se eu tivesse seguido um caminho diferente. Penso em fazer terapia, mas no instante seguinte começo acreditar que posso mudar sozinha.

Eu não posso. E que fique bem claro aqui, para eu não esquecer: EU. NÃO. POSSO.

Sozinha, não dá.

Ou acredito em amor e essas porras todas, ou desisto.

A Nicole open minded, it’s all about share, never take it seriously parece ter morrido. Agora é forte, intenso, babaca e não correspondido. Essa última parte eu não posso afirmar com certeza.

Eu só queria dizer que tenho uma nova obsessão. E que eu preciso de uma ajuda para balancear o tipo de pensamento que eu tenho tido.

Eu não posso achar alguém um mentiroso-filho-da-puta em uma hora e um babaca-apaixonado na outra. Não faz sentido.

É errado cobrar perfeição. É errado querer prender alguém. É errado esperar que correspondam às minhas expectativas. É o que eu acredito com todas as minhas forças e são meus erros de todos os dias.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Vai Passar

Hoje você só quer ir pra casa e chorar um rio no colo da mãe, receber carinho na cabeça e conselhos do tipo "vai dar tudo certo, você vai ficar bem." Mas tem trabalhos pra fazer, tem horários a cumprir, tem o nó na garganta que atrapalha, não tem o único abraço que completa.
E você só tentando ser feliz por pelo menos cinco minutos, enquanto o mundo continua girando. E quando você para pra pensar, percebe que ele dá mesmo voltas. E a situação de agora é a última que você poderia prever.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Segunda-feira

Depois de uma semana de cão, tudo o que eu queria era sentir meus pés confortáveis e quentinhos, dentro de casa. Também ajudou o fato de ser tudo sem pressa, com carinho, com palavras bonitas e gentilezas ao pé do ouvido.

Começamos o dia de hoje com um saldo positivo de beijos, abraços e declarações, mas infelizmente os trabalhos da faculdade sofreram uma queda no percentual de produtividade.

E assim a vida continua: gastando rios de dinheiro na C&A, recebendo salário, sentindo saudade, ouvindo as músicas de hard rock que o colega do setor indica (sem se preocupar com o que a letra diz), buscando um caminho diferente para o mesmo fim.

Eu não tenho pressa.


terça-feira, 17 de maio de 2011

Erro

Como numa gangorra ou numa balança, tudo o que precisava para subir era um impulso. E lá do alto, sentindo o vento no rosto, não haveria medo. Ela poderia gritar a plenos pulmões cada um dos segredos que estavam sufocando o peito há tempos, sem se importar com quem a ouvisse. Simplesmente porque ninguém a ouviria. Assim ela pensava.


E quando lhe deram o empurrão, não teve dúvidas. Sentindo-se injustiçada e machucada, achou-se no direito de machucar também. E mesmo sem ser essa a intenção, só enxergou as consequências quando não havia saída.

O dia ficou escuro e, em silêncio, ela se arrependeu. Cansou de procurar por motivos que pudessem justificar o erro. Engoliu a seco a mágoa que causou e se escondeu. Não que achasse certo ou melhor desaparecer, mas ela sabia que todos precisam de tempo e que às vezes, só ele é capaz de curar as feridas.

E então, sabendo palavras não seriam o suficiente, decidiu provar em gestos que nenhum defeito, nenhuma diferença entre aqueles que ama mudaria o que ela sente. Amor, puro e simples.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

As aulas que não ensinam

São quatro anos, oito semestres, sabe Deus quantos dias, semanas, horas, minutos e segundos dedicados a aprender as técnicas e macetes daquilo que, aos 17 anos, resolvi fazer pelo resto da minha vida - e só de pensar que nada é definitivo dá até aquela preguicinha.

Mas vamos aos fatos: último ano de faculdade.

Cansaço, estresse, desânimo, misturam-se com esperança, alegria de ver a luz no fim do túnel e aqueles cinco minutos de alegria quando você acha a frase certa, que se encaixa perfeitamente no último parágrafo da conclusão de mais um capítulo do TCC.

No meio de tudo isso a gente só quer um professor que acolha, aconselhe, escute e explique, com sinceridade, os rumos que ele acredita serem os melhores para o Trabalho de Confusão Conclusão de Curso.

Não é a intenção questionar os métodos de ensino dos meus professores, até porque, acho certo eles quererem tirar o melhor dos alunos; mas passar trabalhos extras e provas em meio a um turbilhão chamado TCC é um pouco desumano, não acham?

Na próxima terça-feira farei uma prova cujo conteúdo será tirado de três livros, um deles com mais de quatrocentas páginas! Tudo bem que o conteúdo nada mais é do que a matéria aprendida durante os quatro anos de faculdade, mas mesmo assim me parece sobrecarregado.

Não seria melhor ter passado uma prova deste tipo no bimestre passado, quando estávamos nos preparando para o nosso trabalho final?

A sala pensou seriamente em conversar com o professor sobre o cancelamento da avaliação, mas na verdade ninguém tem coragem. Claro que os professores tem que ter controle sobre seus alunos, ou a coisa toda não funciona, mas nesse caso, só nesses dois últimos semestres, eu gostaria de ter mais que um professor apenas.

Precisamos de líderes que ajudem a superar toda a pressão que nos cerca nessa última etapa e que tirem de nós o nosso melhor.

Enquanto isso, a lousa toda escrita parece um borrão, o cansaço nos vence e qualquer piadinha infame parece mais interessante que a Consultoria em Relações Públicas.

segunda-feira, 28 de março de 2011

O agora

Cá estou para responder o meme que a Nat me passou há uns dias (semanas?) atrás. Trata-se de completar as frases de acordo com o que você está vivendo no momento. O título deve ser "Aos (insira sua idade)". Fiquei sabendo que quem inventou essa lindeza foi a Tadsh e só tem gente phyna, elegante e sincera respondendo. Vamos acompanhar.



Aos 20...

Eu sou... instável.
Eu quero ser... equilibrada.
Na minha casa... eu me sinto segura.
Eu encano com... amigos do meu namorado que não fazem questão de mim.
E acredito em... música.
Tenho medo de... esquecer tudo de bom que já vivi.
Acho graça em... coisas bobas que meu namorado faz.
Choro com... pensamentos bobos que geralmente não levam a nada.
Não vivo sem... música.
Tenho mania de... dormir de sutiã.
Meus três melhores amigos são... um mistério.
Eu tenho como heróis... pessoas que fizeram algo significativo.
Meu sex symbol... tem as coxas mais lindas do mundo e é meu namorado <3
O amor é... foda e faz doer, estando certo ou errado. (meio que quotei Avril Lavigne, não me julguem!)
Meu livro de cabeceira é... minha agenda.
Meu vinil preferido é... um que ainda não comprei.
Meu sapato favorito é... um que ainda não comprei.
No meu armário não falta... vestidos, de todas as cores e estilos. Minha balada preferida... tem música boa, caipirinha barata e gente educada.
Minha luta é... comigo mesma.
Meu maior fora foi... envolver o cara que eu gostava em uma briga sem sentido.
Minha bola dentro... conquistar meu amor platônico; por uma noite.
As pessoas acham que... sou metida.
Mas eu juro... que meu nariz empinado (tô falando de anatomia!) é genético.
O que eu mais ouço... é a palavra "TCC".
Eu me sinto livre... quando estou com ele.
Rezo por/para... que tudo dê certo.
Meu ponto fraco... é me importar com detalhes.
Meu grande charme... só meu namorado pode dizer o que é.
No chuveiro, eu canto... o que vem na cabeça.
De madrugada, eu... tenho as melhores inspirações.
Meu meio de transporte é... sempre uma surpresa.
Eu tenho ilusão de... contratar o My Chemical Romance para tocar em uma gaiola suspensa no meu casamento. Sério.
Se alguém disser que eu serei presidente... eu agradeço, mas não boto muita fé não.


A foto não é obrigatória, mas acho que fica mais bonitinho.

Para responder esse meme eu vou indicar a Mel, uma das minhas melhores descobertas dos últimos 20 anos!

segunda-feira, 14 de março de 2011

Fez-se necessário - I


Abrir mão de coisas que você ama é difícil. Por exemplo, mesmo que minha mãe tivesse uma doença altamente contagiosa eu ficaria do lado dela, literalmente, até o fim. Agora, se eu soubesse que um pedaço de chocolate poderia me matar, eu não comeria mais. Simples assim.

Coisas que você ama x Coisas que você gosta

Vamos pensar de uma outra forma: eu gosto de chocolate, chocolate não me faz nenhum mal, pelo contrário, faz um bem danado e acaba com meu estresse! Porém, mamãe tem alergia. Suponhamos que ela não possa nem chegar perto desse pedacinho do céu. E aí, o que eu faço?

Obviamente, eu como o chocolate escondido!

Um, dois, três tabletes. Lambuzo os dedos, a boca, o rosto. Não parece ainda mais delicioso quando a gente não pode? Mesmo porque, se a gente for pensar, quem não pode comer é a minha mãe e não eu.

E assim vai, eu me enchendo chocolate escondida e minha mãe feliz, afinal, o que os olhos não veem o coração não sente, não é mesmo? E, por mais que eu saiba que posso viver sem ele, vou continuar comendo, só porque eu sei que, se fizer tudo escondido, minha mãe nunca vai saber.

Ok, esse não foi o melhor exemplo que eu poderia dar, mas tentem compreender.

A questão é: não consigo alcançar a importância que a porra do "chocolate" tem para X. É amor? Por que descobriu só agora então?

Por que você não para de fazer algo mesmo sabendo que machuca, que desgasta?

Tudo questão de vaidade? Um plano B para o caso do outro doce - aquele que é prioridade, pelo menos no momento - acabar?

Eu parei para analisar a situação várias vezes, na verdade. No caso, essa coisa de não conseguir abrir mão de algo. Além de querer entender o que acontece, trabalhei nas justificativas, no por que eu deveria deixar passar. E então eu tenho tudo isso, mas enquanto a cabeça fala uma coisa, o coração age de outra forma. Ou o contrário, porque de uns tempos pra cá tenho achado que é a minha cabeça que está contra mim.

Não sei se deveria fazer isso, mas vamos lá jogar as coisas na cara dos outros: eu abri mão de um milhão de coisas por N motivos e, por mais que eu pense, não me arrependo de nada, em nenhum momento.

E essas coisas significavam MUITO. Essas coisas eram o futuro que eu queria para mim, fosse como hobby ou profissão. E eu sei que X também não alcança a importância dessas coisas para mim. E eu entendi, aceitei, abri mão.

Enfim, abri os olhos.

Tornando a conversa mais aberta novamente, vou ficar um pouco mais filha da puta já que de idiota o mundo tá cheio. E eu nem sei o que isso significa porque esqueci como era a vida antes do que eu tô vivendo agora.

Provavelmente eu machuque mais porque essa brincadeira de só levar na cabeça perdeu a graça. Aí eu vou começar a gostar de procurar as coisas, juntar provas e fazer uma besteira bem grande só para depois poder dizer "Mas foi você quem começou!"

E é pode ser que isso não seja muito minha cara, então eu vou só dizer tchau para o que eu amo.

E aí X pode ficar com o que gosta. Vamos ver o que vale mais a pena?

Por mim, tudo bem.

These feelings I can't shake no more

These feelings are running out the door
I can feel it falling down

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Das coisas que não sei amar

Cada dia tenho mais certeza de que o ser humano não nasceu para amar.

Se a gente for ver, os assassinos são frios, fazem o que tem que fazer e ponto. Serviço terminado, próximo. Fácil.

Enquanto que nós, tão preocupados em amar, em proteger os filhos, a família, os amigos, somos uma sucessão de falhas. Reparem.

Você só quer um momento de paz para ficar com a pessoa que você ama sem ninguém mais por perto e, quando se dá conta, virou um ciumento, possessivo, desgraçado, destruidor de amizades. Oh so sad!

E como você ousou pensar que em algum momento aquela amizade tão pura e inocente, de tantos anos, poderia denotar algo mais?

O amigo vai te chamar de, no mínimo, filho da puta. A namorada (ou o namorado) vai ficar de saco cheio, vai se colocar no lugar dos amigos (e aqui faço um parênteses: ele não vai se colocar no seu lugar, nunca), jurar pra si mesmo que não tem nada a ver antes de vocês brigarem porque, talvez, realmente não tenha nada a ver.

Em outro caso, você pode ser o amigo/a.

O que tem de errado sentir falta do outro? Das tardes juntos, as brincadeiras, os doces, os beijos e carinhos mais íntimos que vez ou outra aconteciam? É pedir muito querer estar perto de uma pessoa que foi tão importante na sua vida?

Não sei.

E os pais? Sempre preocupados, proibindo quando deveriam deixar, deixando quando deveriam proibir. Mimando demais umas vezes, batendo demais em outras, mas quase sempre querendo só acertar.

E as pessoas ainda curtem banalizar o Eu Te Amo sem nem pensar nas consequências dessas três palavras. Que tragédia!

Li esses dias no twitter uma paródia de uma música do Caetano Veloso: "Quando a gente ama é claro que a gente surta."

E surtamos mesmo.

A mente cria um monte de histórinhas, vem a dor de cabeça, a desconfiança, a preocupação de que você está fazendo demais ou de menos.

Desculpe, acho que generalizei novamente. Talvez possa haver amor perfeito ou eu seja imperfeita demais até nas minhas imperfeições. Mas em alguma parte eu sei que isso tudo faz sentido.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Oh hey! Happy you notice me!

Gasto algum tempo ajeitando o meu Anotae, pensando no quanto estou ferrada para terminar tudo o que tenho que fazer ainda hoje; planejando meu almoço de 10 minutos e como farei para ler os textos que estão de ponta cabeça no computador.

O tempo passa relativamente rápido e eu vejo as coisas se desenrolando. Percebo que o blog está cada dia mais longe de uma válvula de escape porque as pessoas leem e querem realmente saber o que acontece e por que escrevo determinados textos, sendo que as vezes nem eu sei. Nem tudo tem um por quê. E quem garante que você não vai se arrepender de ter perguntado, caso eu responda?

Mas tudo bem porque eu adoro comentários e eu amo saber que tem gente lendo O Resto é Lenda. Do contrário, por que diabos eu escreveria?!

Desabafo? Talvez. Não sou dessas. Não totalmente.

Tem dias que eu queria vir aqui e postar uma foto da blusa que comprei no dia ou o esmalte da semana. Não cola, não cabe aqui. Acho que criei um monstro.

Uma terapiazinha, quem quer?

Eu preferia voltar a dançar, ir ao inglês e conhecer minhas bandas favoritas. Mas a gente tem limites. A gente os impõe e depois fica preso no buraco que cavou.

No caso, brigando, sufocando, gritando e implorando por um minuto de atenção. Daquela atenção que era banal tempos atrás. Ela vinha, sem precisar de esforço.

Aí você pensa "Porra, não tô valendo nada?"

E não tem resposta. É só o eco dentro da cabeça vazia.

Não vale a pena gastar tempo pensando, calculando, procurando onde foi o erro, quem errou, quando foi. Quanda chatice, você já foi mais legal!

A boa notícia é: talvez tenha solução.
A má notícia: não faço ideia do que possa ser.

On a side note: provavelmente, quando eu descobrir, vai gerar dor e sofrimento. Só porque a vida, essa desgraçada, é isso! A gente chora com a esperança de acordar no dia seguinte e ter por que sorrir novamente.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Página em branco

Espero que perdoe minha incapacidade de falar sobre você. Para tentar compensar a ausência de palavras, preparei uma página em branco que poderemos preencher juntos. Parabéns!



Esse post é dedicado ao @igorkussaba e nosso primeiro ano de namoro!

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

=D

Meu primeiro blog chamava-se Legalmente Nicka, se não me engano. Depois dele veio o Blog da Nicka, Smashed Heart, Yesterdays Feelings e tantos outros. Alguns eu usava para desabafar, outros para escrever poemas, prosas e poesias, outros para contar minhas aquisições, o dia-a-dia na escola e futilidades mil. Alguns eu nem abria para leitura, eram mais umas anotações que eu poderia consultar quando quisesse lembrar alguma coisa que tinha acontecido.

Nos primórdios, lembro bem que existia o esquema de selinhos de indicação do blog mais legal, blog mais bonito, blog mais atualizado, etc. Se eu ganhei meia dúzia foi muito, e olha que devo blogar desde meus 13 ou 14 anos!

Realmente, meus blogs nunca se encaixaram nas categorias citadas. Eu não me preocupava em manter um ritmo de atualização, tampouco prestava atenção no que escrevia, como escrevia, muito menos tinha prática em HTML, photoshop e esses programinhas que poderiam fazer mágica no visual dos meus diários virtuais.

Quando abri o O Resto É Lenda, confesso que minha intenção era discorrer sobre as besteiras que o povo falava sobre mim (vide meu Formspring), de maneira divertida, assim como eu já tento fazer faço no Musicalmente Inútil, principalmente na época que eu conhecia um milhão de bandas aleatórias.

Desse mote saíram textos como O Maldito All Star e Rock Pub Baby, mas dá para perceber que a tônica do humor acabou não saindo como o planejado. Esse blog vive dos meus sentimentos, respira meus sentimentos. Tem pedaços da minha história em cada palavra, como eu nunca quis que fosse. O engraçado é que ao invés de parar, tentar bloquear isso tudo e fechá-lo, acabei escrevendo mais e mais sobre meu dia-a-dia, peguei certo amor a esse canto e não quero largá-lo tão cedo, mesmo sabendo que muitos textos são chatos e ninguém vai querer ler.

Por isso mesmo foi tão importante para mim abrir meu Reader ontem e, ao checar as atualizações do Caleidoscópio Dental, descobrir que o O Resto É Lenda foi indicado pela minha amiga Natalia Máximo para ganhar um selinho de recomendação!

É muito bom saber que alguém lê e gosta do que escrevo por aqui, mesmo que as vezes eu admita para mim mesma que certos textos só eu seria capaz de entender, porque só eu vivi e vejo daquele jeito que escrevi.

Feitas essas enormes considerações, vamos às perguntas:

Nome: Nicole Collino

Uma música: Só me pergunte isso se quiser me ver enlouquecer! Não há como escolher apenas uma música! hahaha

Humor: Sou escorpiana, o que você acha? hahaha

Uma estação do ano: Verão!

Como prefere viajar: Dormindo.

Um seriado: The Big Bang Theory (L)

Frase ou palavra mais dita por você: Velho!

O que achou do selo: Esteticamente falando? Uma graça! Outras impressões estão no texto enorme acima.

O selo (coisa linda de Deus!!):




Eu deveria indicar 15 blogs, mas não leio tantos bons blogs assim, então aí vai meu TOP5 :P

É Tudo Verdade, da Melissa Marian(a);

Ricota Não Derrete, uma garota normal dando sua opinião sobre moda, adoro!

Caleidoscópio Dental,(L);

Bruno Massao, principalmente se seu namorado adora games e você é, tipo eu, muito perdida nessa vida de jogos! Ele também fala de música, F1 e mulher pelada hahaha;

Respeite Meus Mullets, porque me faz rir e eu adoro os temas que ela aborda e o modo como escreve.

No decorrer do ano pretendo conhecer mais blogs legais de gente legal, aí volto outro dia para indicar 15 blogs geniais!
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